quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
terça-feira, 2 de março de 2010
Save The Date
“Save The Date”
Para quem não sabe: É uma espécie de pré convite de um evento (normalmente casamento), muito utilizado no exterior e cuja idéia está sendo bem usada no Brasil.
A utilidade do “STD” é tanta que passou a ser indispensável também em outras datas comemorativas como aniversários e eventos empresariais.
• Bem interessante para casamentos com muitos convidados de fora da cidade, pois o mesmo será entregue de quatro meses a nove meses de antecedência e servirá, não só para que os convidados não marquem compromisso para o dia, como também para que tenham tempo de se preparar para o evento

• A versão mais usada e mais adequada é: “Reserve A Data” ou “Reserve Esta Data”. Pode-se também manter a expressão em inglês e é enviado para todas as pessoas que serão formalmente chamadas através do seu convite tradicional de casamento.
• Mas não faz sentido enviar um “STD” hoje se o convite será distribuído dentro de uma semana.

• O “STD” não precisa ser entregue em mãos como o convite formal. O mais elegante é enviar pelo correio. Deve constar data, local da cerimônia, da festa e uma indicação de que o convite formal será enviado depois. Se a festa for fora da cidade envie junto um mapa e informações sobre hospedagem.

Fotos divulgação: Jessica “s Design Shop/Weddingbee/ Crane Et Co
vera@servgramado.com.br
Vera Vettorazi
Para quem não sabe: É uma espécie de pré convite de um evento (normalmente casamento), muito utilizado no exterior e cuja idéia está sendo bem usada no Brasil.
A utilidade do “STD” é tanta que passou a ser indispensável também em outras datas comemorativas como aniversários e eventos empresariais.
• Bem interessante para casamentos com muitos convidados de fora da cidade, pois o mesmo será entregue de quatro meses a nove meses de antecedência e servirá, não só para que os convidados não marquem compromisso para o dia, como também para que tenham tempo de se preparar para o evento

• A versão mais usada e mais adequada é: “Reserve A Data” ou “Reserve Esta Data”. Pode-se também manter a expressão em inglês e é enviado para todas as pessoas que serão formalmente chamadas através do seu convite tradicional de casamento.
• Mas não faz sentido enviar um “STD” hoje se o convite será distribuído dentro de uma semana.

• O “STD” não precisa ser entregue em mãos como o convite formal. O mais elegante é enviar pelo correio. Deve constar data, local da cerimônia, da festa e uma indicação de que o convite formal será enviado depois. Se a festa for fora da cidade envie junto um mapa e informações sobre hospedagem.

Fotos divulgação: Jessica “s Design Shop/Weddingbee/ Crane Et Co
vera@servgramado.com.br
Vera Vettorazi
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
“Tempo de Ficar”
Comportamento - Vera Vettorazi
•
Este comportamento foi se generalizando sem que déssemos conta, e em dado momento, achamos estranho ele estar estabelecido como se sempre tivesse existido entre seus “praticantes”, como uma forma de conhecimento mútuo.
Não nos aventuramos em esclarecer isso junto aos jovens em profundidade, pois eles também não darão explicações muito consistentes para o seu comportamento. É como se dissessem: é assim, e pronto.
O fato é que se tornam cada vez mais raros os namoros que acontecem sem serem precedidos de um período em que o casal se encontra e “fica” algumas vezes. Quer se goste ou não, podemos dizer que o “ficar” veio para ficar.
Os que não pertencem à geração de “ficantes” se sentem à margem de todo o processo e não entendem bem que novidade é essa.

Uma possibilidade de entendimento é que parece existir a crença de que, nas relações com esse caráter provisório, o jovem se protege do sofrimento pela perda da pessoa amada. Não existindo vínculo, não existe dor quando se perde.
•

Este comportamento foi se generalizando sem que déssemos conta, e em dado momento, achamos estranho ele estar estabelecido como se sempre tivesse existido entre seus “praticantes”, como uma forma de conhecimento mútuo.
Não nos aventuramos em esclarecer isso junto aos jovens em profundidade, pois eles também não darão explicações muito consistentes para o seu comportamento. É como se dissessem: é assim, e pronto.
O fato é que se tornam cada vez mais raros os namoros que acontecem sem serem precedidos de um período em que o casal se encontra e “fica” algumas vezes. Quer se goste ou não, podemos dizer que o “ficar” veio para ficar.
Os que não pertencem à geração de “ficantes” se sentem à margem de todo o processo e não entendem bem que novidade é essa.

Uma possibilidade de entendimento é que parece existir a crença de que, nas relações com esse caráter provisório, o jovem se protege do sofrimento pela perda da pessoa amada. Não existindo vínculo, não existe dor quando se perde.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
ano só começa depois do carnaval
• Comportamento - Vera Vettorazi
“O ano só começa depois do carnaval”
De tanto se ouvir esta frase, é normal encontrar pessoas que acabam acreditando. Mas, nos tempos de hoje, com toda a crise que o mundo passa, seria bom deixá-la de lado, pois se não começarmos a agir agora, a “marolinha” pode se transformar num “tsunami” e nos engolir completamente.
Não espere o Carnaval passar para tomar as atitudes que farão a diferença na sua vida em 2010.
O bom seria se todos pudessem reverter à situação a seu próprio favor, trabalhando, estudando, buscando novas oportunidades e acreditando em nosso potencial.
Devemos fazer com que os dias úteis sejam realmente úteis para nós. O ano será complicado principalmente se não tomarmos atitudes corretas.
Coloque em prática, a partir de agora, as promessas que você fez na virada do ano. Não espere mais, não deixe que as oportunidades de sucesso se transformem em confetes de Carnaval. Imagens corbis.
Vera Vetorazi é Administradora de Empresas com pós/mestrado/doutorado na Sorbonne Paris IXX.
E mail para a Coluna: servgramado@servgramado.com.br
“O ano só começa depois do carnaval”
De tanto se ouvir esta frase, é normal encontrar pessoas que acabam acreditando. Mas, nos tempos de hoje, com toda a crise que o mundo passa, seria bom deixá-la de lado, pois se não começarmos a agir agora, a “marolinha” pode se transformar num “tsunami” e nos engolir completamente.
Não espere o Carnaval passar para tomar as atitudes que farão a diferença na sua vida em 2010.
O bom seria se todos pudessem reverter à situação a seu próprio favor, trabalhando, estudando, buscando novas oportunidades e acreditando em nosso potencial.
Devemos fazer com que os dias úteis sejam realmente úteis para nós. O ano será complicado principalmente se não tomarmos atitudes corretas.
Coloque em prática, a partir de agora, as promessas que você fez na virada do ano. Não espere mais, não deixe que as oportunidades de sucesso se transformem em confetes de Carnaval. Imagens corbis.
Vera Vetorazi é Administradora de Empresas com pós/mestrado/doutorado na Sorbonne Paris IXX.
E mail para a Coluna: servgramado@servgramado.com.br
domingo, 22 de novembro de 2009
montando um cardápio
Montando Um Cardápio
Para montar um cardápio adequado tenha como ponto de partida os elementos básicos: peixe, carne, legumes, doce e frutas. Com relação a massa, ela não faz parte do básico, mas pode entrar na composição.

Quando você recebe um grupo pequeno, composto apenas de amigos, você pode até optar entre servir peixe ou carne, mas prepare algo diferente, fuja do lugar comum. Mesmo assim, só se arrisque se o encontro for muito informal e você conhecer as preferências culinárias dos seus amigos.
•
Num jantar formal não tem como fugir, os cinco elementos básicos deverão estar presentes para que todos os convidados se sintam à vontade. Nesse caso você receberá seus convidados oferecendo a eles alternativas. Mesmo quem é vegetariano terá o que comer, os legumes.

Opte por uma linha mais internacional na escolha dos pratos, evite ousadias gastronômicas, exageros em temperos picantes ou gorduras. A regra é clara, pratos principais mais pesados exigem sobremesas leves.
Brinque com cores, quanto mais atrativo for o visual do prato melhor.
Afinal comemos primeiro com os olhos. E, varie sempre no modo de preparo. O peixe é grelhado, então a carne pode ser assada e assim por diante.
Salada

Tomate, queijo e ervilha

Rosbife com brócolis

Frango assado.

Imagens: Corbis
servgramado@servgramado.com.br
Para montar um cardápio adequado tenha como ponto de partida os elementos básicos: peixe, carne, legumes, doce e frutas. Com relação a massa, ela não faz parte do básico, mas pode entrar na composição.

Quando você recebe um grupo pequeno, composto apenas de amigos, você pode até optar entre servir peixe ou carne, mas prepare algo diferente, fuja do lugar comum. Mesmo assim, só se arrisque se o encontro for muito informal e você conhecer as preferências culinárias dos seus amigos.

•
Num jantar formal não tem como fugir, os cinco elementos básicos deverão estar presentes para que todos os convidados se sintam à vontade. Nesse caso você receberá seus convidados oferecendo a eles alternativas. Mesmo quem é vegetariano terá o que comer, os legumes.

Opte por uma linha mais internacional na escolha dos pratos, evite ousadias gastronômicas, exageros em temperos picantes ou gorduras. A regra é clara, pratos principais mais pesados exigem sobremesas leves.
Brinque com cores, quanto mais atrativo for o visual do prato melhor.
Afinal comemos primeiro com os olhos. E, varie sempre no modo de preparo. O peixe é grelhado, então a carne pode ser assada e assim por diante.
Salada

Tomate, queijo e ervilha

Rosbife com brócolis

Frango assado.

Imagens: Corbis
servgramado@servgramado.com.br
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
COCHICHAR É FEIO!
• Comportamento - Vera Vettorazi
COCHICHAR É FEIO!
Cochichar é feio e deselegante também. Mesmo assim, tem muita gente que comete essa indelicadeza como se fosse a coisa mais normal do mundo! As pessoas na verdade confundem o falar baixo com o cochichar. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Em lugares como hospitais, velórios, você não só pode como deve falar baixo, em respeito às outras pessoas, mas jamais cochichar no ouvido de alguém! É falta de respeito e constrangedor para quem está a sua volta. Pior ainda, cochichar segurando a pessoa como se ela fosse fugir!
Se precisar falar algo em particular, seja onde for, chame-a a parte e fale baixo. Mas evite colocar a mão cobrindo parte da boca, como se estivesse passando um segredo de estado. Segredo é para ser dito nos confessionários.
Estando em uma reunião e tendo necessidade de passar alguma informação sigilosa e importante, peça licença e chame a pessoa interessada fora da sala. Só então, em voz baixa, passe a informação.
Enviar bilhetinho durante uma reunião é o mesmo que cochichar, além de tirar a concentração das demais pessoas que vão ficar tentando descobrir o que foi escrito. Devemos lembrar daquele ditado que nossos pais e avós adoravam: ”Quem cochicha o rabo espicha!”
Então é bom cuidar para não voltar a ouvir este mesmo ditado no meio de uma festa ou reunião, mesmo em tom de brincadeira.
COCHICHAR É FEIO!
Cochichar é feio e deselegante também. Mesmo assim, tem muita gente que comete essa indelicadeza como se fosse a coisa mais normal do mundo! As pessoas na verdade confundem o falar baixo com o cochichar. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Em lugares como hospitais, velórios, você não só pode como deve falar baixo, em respeito às outras pessoas, mas jamais cochichar no ouvido de alguém! É falta de respeito e constrangedor para quem está a sua volta. Pior ainda, cochichar segurando a pessoa como se ela fosse fugir!
Se precisar falar algo em particular, seja onde for, chame-a a parte e fale baixo. Mas evite colocar a mão cobrindo parte da boca, como se estivesse passando um segredo de estado. Segredo é para ser dito nos confessionários.
Estando em uma reunião e tendo necessidade de passar alguma informação sigilosa e importante, peça licença e chame a pessoa interessada fora da sala. Só então, em voz baixa, passe a informação.
Enviar bilhetinho durante uma reunião é o mesmo que cochichar, além de tirar a concentração das demais pessoas que vão ficar tentando descobrir o que foi escrito. Devemos lembrar daquele ditado que nossos pais e avós adoravam: ”Quem cochicha o rabo espicha!”
Então é bom cuidar para não voltar a ouvir este mesmo ditado no meio de uma festa ou reunião, mesmo em tom de brincadeira.
Detalhes Que Demonstram Elegância.
Detalhes Que Demonstram Elegância.
Por: Vera Vettorazi
Apesar de hoje temos todo tipo de tecnologia a mão para nos comunicarmos. Nada me tira da cabeça que um cartão pessoal, escrito à mão é muito mais simpático e elegante.
Um cartão simples em papel branco ou creme é o mais correto. Se quiser ter um jogo com seu nome impresso no centro, basta nome e sobrenome. O máximo que você pode fazer é usar um cartão duplo em formato pouco maior, de aproximadamente 10x6cm para escrever a mensagem na parte de dentro.
Casamentos - Você vai mandar um presente e com ele seu cartão. Escreva o nome do noivo e da noiva, jamais use o comercial "aos noivos".
Nascimentos - se não for íntimo/a, não é ocaso de visitar na maternidade e, no caso de relacionamentos profissionais, muito menos em casa. Assim, um cartão (acompanhado ou não de uma lembrança para a criança e/ou uma bonita lata de biscoitos) é muito mais pertinente.
Luto/Morte – Nunca se sabe como agir nesses momentos. Pois um cartão ou carta escrito à mão tem um efeito muito mais reconfortante do que se imagina. Mande sim, e as palavras podem ser sempre no sentido de que você está pensando com carinho na pessoa nesse momento tão difícil.
Aniversários - é uma data importante para quem gosta de comemorar. E um cartão caprichando na mensagem, pode muitas vezes substituir o presente. Apenas se ligue para não fazer piadinhas com idade: afinal, esse tipo de coisa, nem sempre é bem vinda…
Agradecimentos - você foi a uma festa ou mesmo uma pequena reunião na casa de alguém e estava uma delícia. Embora um telefonema no dia seguinte seja super simpático e suficiente, agradecer com flores ou caixa de bombons com um cartão por escrito além de ser mais elegante vai identificá-lo de uma maneira única.
Fotos: CORBIS
servgramado@servgramado.com.br
Por: Vera Vettorazi
Apesar de hoje temos todo tipo de tecnologia a mão para nos comunicarmos. Nada me tira da cabeça que um cartão pessoal, escrito à mão é muito mais simpático e elegante.
Um cartão simples em papel branco ou creme é o mais correto. Se quiser ter um jogo com seu nome impresso no centro, basta nome e sobrenome. O máximo que você pode fazer é usar um cartão duplo em formato pouco maior, de aproximadamente 10x6cm para escrever a mensagem na parte de dentro.
Casamentos - Você vai mandar um presente e com ele seu cartão. Escreva o nome do noivo e da noiva, jamais use o comercial "aos noivos".
Nascimentos - se não for íntimo/a, não é ocaso de visitar na maternidade e, no caso de relacionamentos profissionais, muito menos em casa. Assim, um cartão (acompanhado ou não de uma lembrança para a criança e/ou uma bonita lata de biscoitos) é muito mais pertinente.
Luto/Morte – Nunca se sabe como agir nesses momentos. Pois um cartão ou carta escrito à mão tem um efeito muito mais reconfortante do que se imagina. Mande sim, e as palavras podem ser sempre no sentido de que você está pensando com carinho na pessoa nesse momento tão difícil.
Aniversários - é uma data importante para quem gosta de comemorar. E um cartão caprichando na mensagem, pode muitas vezes substituir o presente. Apenas se ligue para não fazer piadinhas com idade: afinal, esse tipo de coisa, nem sempre é bem vinda…
Agradecimentos - você foi a uma festa ou mesmo uma pequena reunião na casa de alguém e estava uma delícia. Embora um telefonema no dia seguinte seja super simpático e suficiente, agradecer com flores ou caixa de bombons com um cartão por escrito além de ser mais elegante vai identificá-lo de uma maneira única.
Fotos: CORBIS
servgramado@servgramado.com.br
GASTRONOMIA NA SÉTIMA ARTE
GASTRONOMIA NA SÉTIMA ARTE
Vera Vettorazi
O cinema é chamado de a Sétima Arte, pois antes do seu nascimento eram reconhecidas apenas seis artes. Depois de seu surgimento, as Sete Artes são consideradas a Música, a Dança, a Pintura, a Escultura, a Literatura, o Teatro e o Cinema. Bom... Mas o assunto hoje é a Gastronomia na Sétima Arte! Vou listar alguns dos filmes que conheço e que já assisti sobre esse tema! Os amantes da boa cozinha e os cinéfilos de plantão hão de convir que um bom filme talvez seja como saborear uma boa refeição. Afinal, você já reparou em como o universo gastronômico está ligado ao cinema?
o A festa de Babette
o Vatel
o Chocolate
o Como água para chocolate
o Tomates verdes fritos
o O tempero da vida
Ratatouille
Estômago
o Uma Jornada Sentimental
o comer, beber, viver, de 1994
o
o
o Garçonete
o Sabor da paixão
A Comilança- anos 70, antológico
Sem Reservas
o
o
o
o
o O Cozinheiro, Ladrão, Mulher e o Sua Amante
o O Filho da Noiva
o Quem está matando os grandes chefes?
Estes são só alguns dos que gosto muito, mas a lista é enorme.
Não é à toa que, em toda sessão de cinema, tem pipoca! E quase sempre uma esticada em algum restaurante!
servgramado@servgramado.com.br
Flickr.com/servgramadoeventos.com.br
Vera Vettorazi
O cinema é chamado de a Sétima Arte, pois antes do seu nascimento eram reconhecidas apenas seis artes. Depois de seu surgimento, as Sete Artes são consideradas a Música, a Dança, a Pintura, a Escultura, a Literatura, o Teatro e o Cinema. Bom... Mas o assunto hoje é a Gastronomia na Sétima Arte! Vou listar alguns dos filmes que conheço e que já assisti sobre esse tema! Os amantes da boa cozinha e os cinéfilos de plantão hão de convir que um bom filme talvez seja como saborear uma boa refeição. Afinal, você já reparou em como o universo gastronômico está ligado ao cinema?
o A festa de Babette
o Vatel
o Chocolate
o Como água para chocolate
o Tomates verdes fritos
o O tempero da vida
Ratatouille
Estômago
o Uma Jornada Sentimental
o comer, beber, viver, de 1994
o
o
o Garçonete
o Sabor da paixão
A Comilança- anos 70, antológico
Sem Reservas
o
o
o
o
o O Cozinheiro, Ladrão, Mulher e o Sua Amante
o O Filho da Noiva
o Quem está matando os grandes chefes?
Estes são só alguns dos que gosto muito, mas a lista é enorme.
Não é à toa que, em toda sessão de cinema, tem pipoca! E quase sempre uma esticada em algum restaurante!
servgramado@servgramado.com.br
Flickr.com/servgramadoeventos.com.br
Não diga SIM, quando quiser dizer NÃO
• Comportamento por: Vera Vettorazi
Não diga SIM, quando quiser dizer NÃO
Muitas vezes as palavras nos fogem na hora de responder com um “não” a um convite ou a um pedido. Sempre temos o receio de magoar alguém. Procure ter como norma a sinceridade como premissa para qualquer resposta.
Mas há momentos em que temos de avaliar como será recebida uma resposta sincera e verdadeira.
Também é interessante levar em conta o grau de amizade de quem faz o convite ou pedido e, principalmente, como muitas vezes ocorre, se não é a pessoa que está sendo deselegante ao fazer um convite ou pedido, que coloca a outra contra a parede.
Um exemplo é o convite para madrinha de casamento religioso. Casamentos são ótimos, desde que entremos no espírito da cerimônia e gostemos de festa. E, no caso de padrinhos, é preciso também estar no momento propicio para gastar um pouco além do orçamento previsto.
O mais correto é falar logo que não vai poder aceitar o convite, mostrando o quanto você ficou encantada com ele. Se for uma questão religiosa, diga claramente: com certeza a pessoa vai entender.
Já se a questão for financeira e você não quiser falar da sua vida pessoal, diga uma mentirinha para não machucar. Diga que você vai estar ausente nessa data.
Se não deseja mesmo, seja sincera: é o melhor caminho. Lembre-se que uma coisa que não se pode fazer é aceitar, só para ganhar tempo, e depois dar uma desculpa para desistir. É muito feio e altamente deselegante.
Preste muita atenção no tom que você vai usar em sua resposta. Ao aceitar, o “sim” pode ser até gritado. Mas quando a resposta é não, o tom faz toda a diferença para evitar uma possível mágoa. Quando você não quer magoar, é importante dizer um não firme e eficiente. Mas deve sempre acrescentar também, um toque de gentileza, OK?
E é preciso tomar cuidado para não fazer pouco do convite ou pedido. Declinar, recusar, não aceitar, dizer “não”, parece tão difícil, mas é uma questão de puro hábito.
Não se sinta culpada, não sucumba à ansiedade e diga “sim” apenas para depois se arrepender e sentir-se acossada.
Muitas vezes em minha vida disse sim sem querer ter dito, e depois queria morrer! Depois de trocentos anos de análise e muitas leituras sobre o tema, aprendi que só devo dizer sim quando realmente este sim vai me dar prazer e é realmente verdadeiro. Caso contrário, digo sem o menor problema a palavra não.
Pense no assunto e prepare-se para o imenso prazer e paz que vão se seguir a este primeiro e muitos outros “nãos”, que com certeza virão.
Imagens Corbis
servgramado@servgramado.com.br
Não diga SIM, quando quiser dizer NÃO
Muitas vezes as palavras nos fogem na hora de responder com um “não” a um convite ou a um pedido. Sempre temos o receio de magoar alguém. Procure ter como norma a sinceridade como premissa para qualquer resposta.
Mas há momentos em que temos de avaliar como será recebida uma resposta sincera e verdadeira.
Também é interessante levar em conta o grau de amizade de quem faz o convite ou pedido e, principalmente, como muitas vezes ocorre, se não é a pessoa que está sendo deselegante ao fazer um convite ou pedido, que coloca a outra contra a parede.
Um exemplo é o convite para madrinha de casamento religioso. Casamentos são ótimos, desde que entremos no espírito da cerimônia e gostemos de festa. E, no caso de padrinhos, é preciso também estar no momento propicio para gastar um pouco além do orçamento previsto.
O mais correto é falar logo que não vai poder aceitar o convite, mostrando o quanto você ficou encantada com ele. Se for uma questão religiosa, diga claramente: com certeza a pessoa vai entender.
Já se a questão for financeira e você não quiser falar da sua vida pessoal, diga uma mentirinha para não machucar. Diga que você vai estar ausente nessa data.
Se não deseja mesmo, seja sincera: é o melhor caminho. Lembre-se que uma coisa que não se pode fazer é aceitar, só para ganhar tempo, e depois dar uma desculpa para desistir. É muito feio e altamente deselegante.
Preste muita atenção no tom que você vai usar em sua resposta. Ao aceitar, o “sim” pode ser até gritado. Mas quando a resposta é não, o tom faz toda a diferença para evitar uma possível mágoa. Quando você não quer magoar, é importante dizer um não firme e eficiente. Mas deve sempre acrescentar também, um toque de gentileza, OK?
E é preciso tomar cuidado para não fazer pouco do convite ou pedido. Declinar, recusar, não aceitar, dizer “não”, parece tão difícil, mas é uma questão de puro hábito.
Não se sinta culpada, não sucumba à ansiedade e diga “sim” apenas para depois se arrepender e sentir-se acossada.
Muitas vezes em minha vida disse sim sem querer ter dito, e depois queria morrer! Depois de trocentos anos de análise e muitas leituras sobre o tema, aprendi que só devo dizer sim quando realmente este sim vai me dar prazer e é realmente verdadeiro. Caso contrário, digo sem o menor problema a palavra não.
Pense no assunto e prepare-se para o imenso prazer e paz que vão se seguir a este primeiro e muitos outros “nãos”, que com certeza virão.
Imagens Corbis
servgramado@servgramado.com.br
Modernidades
MODERNIDADES!!
Jamais tivemos tantas ferramentas de comunicação como hoje. Percebi isto com mais intensidade neste final de semana que estive revirando tudo na minha casa preparando minha mudança de endereço.
Nossa! Quantas cartas, bilhetes, telegramas de pessoas tão amigas e carinhosas que se davam ao trabalho de demonstrar que estavam pensando na gente, com saudades, com amor, querendo receber notícias e etc. (estou entregando minha idade, mas adoro todo este tempo que já vivi, e o tipo de vida que tive!!!
Tenho saudades do final dos anos 60 e dos anos 70. Não tínhamos celular, muitos nem tinham telefone fixo. Agora com o advento do celular, Orkut, MSN, Email, Twitter e todos os sites de relacionamentos que existem, estou convencida de que em toda a história da humanidade, esta é a era em que as pessoas sentem-se mais isoladas. Em outras épocas "um dos prazeres da sociedade era conversar". E era mesmo.
Hoje, há a navegação via net e as conversas virtuais ocuparam uma boa parte desse prazer, e por mais que tenhamos saudades das velhas cartas, tornou-se muito melhor para todos nós.
Mas com estas novidades, acabamos perdendo a prática do convívio. Da conversa olho no olho. E com isso, é natural que o traquejo social tenha caído a um nível sofrível.
É natural que as pessoas não saibam mais conversar, nem como reagir quando em grupos que não se conhecem tão bem. Afinal de contas estamos todos atrofiados pelo fato de podermos conversar sempre e apenas quando nos convém, de salas de Chat ou por e-mail e etc.
Vejo pessoas, jovens, que quando confrontadas com a necessidade de enfrentar uma conversa ao vivo com alguém que não conhece em uma festa ou em algum lugar, não importa onde, desistem do intento ou se sentem apreensivas e aflitas.
Gente, para ser um bom conversador e um bom ouvinte, ninguém precisa desejar voltar ao passado nem largar as modernidades. Precisa saber somente que há verdadeiros pecados que não podemos cometer quando estamos frente a frente com alguém.
• A desatenção quando alguém nos fala.
• A vontade de querer dominar a conversa e o assunto.
• O vício de sempre querer fazer graça.
• O espírito de contradição.
Como hoje todos são mais informais, os encontros ficaram mais democráticos. Mas quem quer fazer graça o tempo todo corre o risco de se transformar no palhaço da turma e de ser pouco levado a sério quando for preciso.
Questionar o tempo todo não estará dando prova de inteligência e sagacidade, e sim truncando a conversa e colaborando para que o clima fique mais tenso e pesado.
Ficar contradizendo o tempo todo, jamais!
E esteja sempre atento ao que estiver sendo dito.
Pense nisto!
Continue aproveitando tudo de bom que a Internet nos oferece, inclusive as informações que são tão boas como cultura geral e poderão ser usadas como assunto em rodas de conversas.
E, nunca esqueçam:
- Uma conversa olhos nos olhos tem lá seu grande valor!!!!
Imagens: Corbis
servgramado@servgramado.com.br
www.flickr.com/servgramadoeventos
54 3286 3044 / 3286 7727
Jamais tivemos tantas ferramentas de comunicação como hoje. Percebi isto com mais intensidade neste final de semana que estive revirando tudo na minha casa preparando minha mudança de endereço.
Nossa! Quantas cartas, bilhetes, telegramas de pessoas tão amigas e carinhosas que se davam ao trabalho de demonstrar que estavam pensando na gente, com saudades, com amor, querendo receber notícias e etc. (estou entregando minha idade, mas adoro todo este tempo que já vivi, e o tipo de vida que tive!!!
Tenho saudades do final dos anos 60 e dos anos 70. Não tínhamos celular, muitos nem tinham telefone fixo. Agora com o advento do celular, Orkut, MSN, Email, Twitter e todos os sites de relacionamentos que existem, estou convencida de que em toda a história da humanidade, esta é a era em que as pessoas sentem-se mais isoladas. Em outras épocas "um dos prazeres da sociedade era conversar". E era mesmo.
Hoje, há a navegação via net e as conversas virtuais ocuparam uma boa parte desse prazer, e por mais que tenhamos saudades das velhas cartas, tornou-se muito melhor para todos nós.
Mas com estas novidades, acabamos perdendo a prática do convívio. Da conversa olho no olho. E com isso, é natural que o traquejo social tenha caído a um nível sofrível.
É natural que as pessoas não saibam mais conversar, nem como reagir quando em grupos que não se conhecem tão bem. Afinal de contas estamos todos atrofiados pelo fato de podermos conversar sempre e apenas quando nos convém, de salas de Chat ou por e-mail e etc.
Vejo pessoas, jovens, que quando confrontadas com a necessidade de enfrentar uma conversa ao vivo com alguém que não conhece em uma festa ou em algum lugar, não importa onde, desistem do intento ou se sentem apreensivas e aflitas.
Gente, para ser um bom conversador e um bom ouvinte, ninguém precisa desejar voltar ao passado nem largar as modernidades. Precisa saber somente que há verdadeiros pecados que não podemos cometer quando estamos frente a frente com alguém.
• A desatenção quando alguém nos fala.
• A vontade de querer dominar a conversa e o assunto.
• O vício de sempre querer fazer graça.
• O espírito de contradição.
Como hoje todos são mais informais, os encontros ficaram mais democráticos. Mas quem quer fazer graça o tempo todo corre o risco de se transformar no palhaço da turma e de ser pouco levado a sério quando for preciso.
Questionar o tempo todo não estará dando prova de inteligência e sagacidade, e sim truncando a conversa e colaborando para que o clima fique mais tenso e pesado.
Ficar contradizendo o tempo todo, jamais!
E esteja sempre atento ao que estiver sendo dito.
Pense nisto!
Continue aproveitando tudo de bom que a Internet nos oferece, inclusive as informações que são tão boas como cultura geral e poderão ser usadas como assunto em rodas de conversas.
E, nunca esqueçam:
- Uma conversa olhos nos olhos tem lá seu grande valor!!!!
Imagens: Corbis
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Noite Inesquecivel
VeraVettorazi
NOITE INESQUECÍVEL
Para mim, sábado é o dia da preguiça! Se você adora sair no sábado à noite, com tudo o que implica uma noitada na véspera do domingo, é por que é realmente muito jovem ou muito social.
Enfrentar filas para comer, para estacionar o carro, resolver dançar e encontrar as pistas superlotadas (depois de outra fila para poder entrar) e etc.. E no domingo ter ainda que descansar do sábado!!!! UAU só de pensar me dá stress!!!
Agora, existe quem prefira ficar sem fazer nada nos sábados à noite. E o pior é que quase ninguém entende esta atitude. O fato de desejar ficar em casa a sós num sábado, é visto, no mínimo, com uma enorme desconfiança.
Até hoje nunca entendi por quê??!! Poucas pessoas compreendem a imensa satisfação de ficar em casa em um dia no qual, todos saem, “batalhando” para se divertir enquanto nós estamos apenas ali; aproveitando nosso cantinho.
Ouvindo só as músicas de nosso repertório favorito, comendo na hora que der vontade, assistindo filmes velhos, lendo ou relendo um bom livro esticada na cama. Ou simplesmente ficar pensando na vida na frente da lareira.
Mas, é preciso deixar bem claro, a quem estiver por perto, que a noite é sua e, portanto, dedicada a tarefas realmente importantes como fazer as unhas, experimentar as roupas que você quer reformar, fazer uma máscara de beleza no rosto, fazer meditação, ou ainda varar a madrugada navegando na Internet – porque não?
Se até aqui você concordou comigo é porque está pronto para começar a usufruir sem culpa os prazeres do ócio no sábado caseiro.
Se você é dos que há tempos cultiva o saudável hábito de encasular-se em casa nas noites de sábado, sabe que as possibilidades de prazer podem ser infinitas.
Se estiver tomando coragem para começar a fazê-lo não pense mais: avise a turma do “vamos nessa” que no próximo sábado tem um encontro especial.
Faça ar de mistério, diga que no domingo você conta tudinho. E prepare-se para uma noite inesquecível em sua própria companhia.
Imagens: Corbis
servgramado@servgramado.com.br
NOITE INESQUECÍVEL
Para mim, sábado é o dia da preguiça! Se você adora sair no sábado à noite, com tudo o que implica uma noitada na véspera do domingo, é por que é realmente muito jovem ou muito social.
Enfrentar filas para comer, para estacionar o carro, resolver dançar e encontrar as pistas superlotadas (depois de outra fila para poder entrar) e etc.. E no domingo ter ainda que descansar do sábado!!!! UAU só de pensar me dá stress!!!
Agora, existe quem prefira ficar sem fazer nada nos sábados à noite. E o pior é que quase ninguém entende esta atitude. O fato de desejar ficar em casa a sós num sábado, é visto, no mínimo, com uma enorme desconfiança.
Até hoje nunca entendi por quê??!! Poucas pessoas compreendem a imensa satisfação de ficar em casa em um dia no qual, todos saem, “batalhando” para se divertir enquanto nós estamos apenas ali; aproveitando nosso cantinho.
Ouvindo só as músicas de nosso repertório favorito, comendo na hora que der vontade, assistindo filmes velhos, lendo ou relendo um bom livro esticada na cama. Ou simplesmente ficar pensando na vida na frente da lareira.
Mas, é preciso deixar bem claro, a quem estiver por perto, que a noite é sua e, portanto, dedicada a tarefas realmente importantes como fazer as unhas, experimentar as roupas que você quer reformar, fazer uma máscara de beleza no rosto, fazer meditação, ou ainda varar a madrugada navegando na Internet – porque não?
Se até aqui você concordou comigo é porque está pronto para começar a usufruir sem culpa os prazeres do ócio no sábado caseiro.
Se você é dos que há tempos cultiva o saudável hábito de encasular-se em casa nas noites de sábado, sabe que as possibilidades de prazer podem ser infinitas.
Se estiver tomando coragem para começar a fazê-lo não pense mais: avise a turma do “vamos nessa” que no próximo sábado tem um encontro especial.
Faça ar de mistério, diga que no domingo você conta tudinho. E prepare-se para uma noite inesquecível em sua própria companhia.
Imagens: Corbis
servgramado@servgramado.com.br
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Coisas que não de deve falar nunca para uma mulher
Coisas que não de deve falar nunca para uma mulher
Às vezes elas são até bem-intencionadas, ditas sem o menor intuito de desagradar ou ofender. Às vezes. Outras vezes, vêm carregadas de segundas e terceiras intenções. O fato é que certas frases nos tiram do sério. Ficamos sem saber como reagir. Dar uma resposta atravessada? E se não houve ali nenhuma má intenção? Não reagir? Fazer cara de paisagem e ir embora engasgada, imaginando dez respostas que deveria ter dado, mas que só vieram à mente cinco minutos depois.Algumas são ditas por nossas amigas-com ou sem aspas. Outras, por colegas de trabalho, parentes, aquela conhecida que você encontra uma vez por ano. Ou então por 'eles'. E, onde se lê 'eles', leia-se: o namorado, o marido, o paquera da hora, o homem da vez que está a segundos de deixar de ser o homem da vez-enfim, é uma categoria ampla. Mas não importa a procedência. Venham de quem venham, incomodam profundamente. A lista é gigantesca e cada mulher é capaz de citar seu repertório particular. Mas há frases universalmente indigestas. Vamos a alguns exemplos.
Ditas por elas ou eles
• É impressão minha ou você engordou um pouquinho?
• Por que você cortou o cabelo? Estava lindo!...
• Você deve ter sido linda.
• Quer tentar experimentar um tamanho maior?
• Você já fez plástica?
• Vi seu namorado ontem... (reticências prolongadas)
• Este é seu pai?
• Este é seu filho?
• Vocês ainda estão juntos?
• Você ainda está sozinha?
• Por que vocês se separaram?
• Parecia que vocês se davam tão bem...
• Meu irmão te achou super gente boa.
• Meu amigo te achou super inteligente.
• Você tem um ROSTO (com maiúsculas) lindo.
• Você só precisa perder uns cinco quilos.
• Encontrei seu ex ontem. Ele está ótimo!
• E você? Já está com alguém?
Ditas por eles
• Eu ia te ligar. Acabou a bateria.
• Que pena que você não apareceu antes na minha vida.
• Eu adoro você como amiga.
• Você merece um cara melhor.
• Aconteceu tudo muito rápido entre a gente. Acho melhor dar um tempo.
• O problema não é com você, querida. É comigo.
• Como é mesmo o nome daquela sua amiga?
UMA SUGESTÃO: cada vez que ouvir uma dessas provocações, conte até 150. Depois faça um daqueles exercícios de respiração que aprendeu na aula de yoga. Medite por 30 segundos ali mesmo, na frente do inconveniente. Por fim, saia com aquele ar de quem não se deixa abalar por uma bobagem qualquer. E, se a resposta que o (a) infeliz merecia ficar atravessada na garganta, não se preocupe: tome um espumante bem geladinho que passa. Afinal, a vida é importante demais pra ser levada a sério, já dizia Oscar Wilde. E aquele sabia das coisas. Ah, se sabia...
servgramado@servgramado.com.br
Às vezes elas são até bem-intencionadas, ditas sem o menor intuito de desagradar ou ofender. Às vezes. Outras vezes, vêm carregadas de segundas e terceiras intenções. O fato é que certas frases nos tiram do sério. Ficamos sem saber como reagir. Dar uma resposta atravessada? E se não houve ali nenhuma má intenção? Não reagir? Fazer cara de paisagem e ir embora engasgada, imaginando dez respostas que deveria ter dado, mas que só vieram à mente cinco minutos depois.Algumas são ditas por nossas amigas-com ou sem aspas. Outras, por colegas de trabalho, parentes, aquela conhecida que você encontra uma vez por ano. Ou então por 'eles'. E, onde se lê 'eles', leia-se: o namorado, o marido, o paquera da hora, o homem da vez que está a segundos de deixar de ser o homem da vez-enfim, é uma categoria ampla. Mas não importa a procedência. Venham de quem venham, incomodam profundamente. A lista é gigantesca e cada mulher é capaz de citar seu repertório particular. Mas há frases universalmente indigestas. Vamos a alguns exemplos.
Ditas por elas ou eles
• É impressão minha ou você engordou um pouquinho?
• Por que você cortou o cabelo? Estava lindo!...
• Você deve ter sido linda.
• Quer tentar experimentar um tamanho maior?
• Você já fez plástica?
• Vi seu namorado ontem... (reticências prolongadas)
• Este é seu pai?
• Este é seu filho?
• Vocês ainda estão juntos?
• Você ainda está sozinha?
• Por que vocês se separaram?
• Parecia que vocês se davam tão bem...
• Meu irmão te achou super gente boa.
• Meu amigo te achou super inteligente.
• Você tem um ROSTO (com maiúsculas) lindo.
• Você só precisa perder uns cinco quilos.
• Encontrei seu ex ontem. Ele está ótimo!
• E você? Já está com alguém?
Ditas por eles
• Eu ia te ligar. Acabou a bateria.
• Que pena que você não apareceu antes na minha vida.
• Eu adoro você como amiga.
• Você merece um cara melhor.
• Aconteceu tudo muito rápido entre a gente. Acho melhor dar um tempo.
• O problema não é com você, querida. É comigo.
• Como é mesmo o nome daquela sua amiga?
UMA SUGESTÃO: cada vez que ouvir uma dessas provocações, conte até 150. Depois faça um daqueles exercícios de respiração que aprendeu na aula de yoga. Medite por 30 segundos ali mesmo, na frente do inconveniente. Por fim, saia com aquele ar de quem não se deixa abalar por uma bobagem qualquer. E, se a resposta que o (a) infeliz merecia ficar atravessada na garganta, não se preocupe: tome um espumante bem geladinho que passa. Afinal, a vida é importante demais pra ser levada a sério, já dizia Oscar Wilde. E aquele sabia das coisas. Ah, se sabia...
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LIDERANÇA X COMPETÊNCIA X CORAGEM
•
LIDERANÇA X COMPETÊNCIA X CORAGEM
Nem todo mundo nasceu para ser líder. E isso não tem nada a ver com genética ou qualquer outra prerrogativa não importa qual. Liderar significa correr riscos.
Esta ação gera medo em certas pessoas. Ter de assumir uma posição é algo incômodo, pois gera ansiedade, dúvida, insegurança. Há indivíduos que preservam mais do que tudo sua sensação de segurança e assumir o papel da liderança é exatamente quebrar este equilíbrio.
Conheci varias pessoas que ocupavam cargos comuns em empresas e quando alcançaram uma posição de liderança tornaram-se grandes fracassos, muitas vezes pela soberba, vaidade, complexo de superioridade e etc.
Até o início dos anos 80 era muito presente no ambiente profissional a velha máxima: para ser líder, gerente ou diretor é preciso ter tempo de casa. Dali até os dias atuais vemos cada vez mais este tipo de pensamento e atitude sendo extinta. No mundo competitivo atual não há mais espaço para protecionismos, e sim para a competência.
Mas, aí o erro continua só que de outra forma: Promove-se aquele que é muito competente no que faz e esquecem de que há diferenças entre a competência técnica e a competência da liderança.
Não basta ter a capacitação apenas; é preciso ter o preparo comportamental, mas principalmente a vontade de liderar se deixar que a liderança suba à cabeça. É necessário ter identificação com o papel da liderança. Saber que ao assumir esta posição o indivíduo lidará com uma atividade que vai além daquela que aprendeu na universidade. Por isso, é preciso ter coragem para liderar.
Para ser um Líder é preciso saber lidar com um fator muito importante: “O ser humano”. E nem todos “competentes e capacitados” estão preparados para saberem lidar com este fato. Não há demérito em não ser líder. Imagine se o mundo fosse repleto de líderes, como conseguiríamos viver? Há espaço para todos, líderes e liderados.
A sociedade atual por vezes induz os indivíduos a assumirem uma posição que não lhes diz respeito. Por isso, clarifique para si mesmo o que quer. O que te faz bem.
Ao perceber que a atuação como um líder é algo instigante, desafiador, enriquecedor, vá em frente: prepare-se, estude, pratique, mas tenha a humildade para saber reconhecer no meio do caminho se é isso mesmo o que você quer.
Há momentos na vida que precisamos recuar para poder avançar. Há situações que é melhor esperar, analisar e aprender, para depois seguir em frente. Aí sim o indivíduo se sentirá realizado!
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LIDERANÇA X COMPETÊNCIA X CORAGEM
Nem todo mundo nasceu para ser líder. E isso não tem nada a ver com genética ou qualquer outra prerrogativa não importa qual. Liderar significa correr riscos.
Esta ação gera medo em certas pessoas. Ter de assumir uma posição é algo incômodo, pois gera ansiedade, dúvida, insegurança. Há indivíduos que preservam mais do que tudo sua sensação de segurança e assumir o papel da liderança é exatamente quebrar este equilíbrio.
Conheci varias pessoas que ocupavam cargos comuns em empresas e quando alcançaram uma posição de liderança tornaram-se grandes fracassos, muitas vezes pela soberba, vaidade, complexo de superioridade e etc.
Até o início dos anos 80 era muito presente no ambiente profissional a velha máxima: para ser líder, gerente ou diretor é preciso ter tempo de casa. Dali até os dias atuais vemos cada vez mais este tipo de pensamento e atitude sendo extinta. No mundo competitivo atual não há mais espaço para protecionismos, e sim para a competência.
Mas, aí o erro continua só que de outra forma: Promove-se aquele que é muito competente no que faz e esquecem de que há diferenças entre a competência técnica e a competência da liderança.
Não basta ter a capacitação apenas; é preciso ter o preparo comportamental, mas principalmente a vontade de liderar se deixar que a liderança suba à cabeça. É necessário ter identificação com o papel da liderança. Saber que ao assumir esta posição o indivíduo lidará com uma atividade que vai além daquela que aprendeu na universidade. Por isso, é preciso ter coragem para liderar.
Para ser um Líder é preciso saber lidar com um fator muito importante: “O ser humano”. E nem todos “competentes e capacitados” estão preparados para saberem lidar com este fato. Não há demérito em não ser líder. Imagine se o mundo fosse repleto de líderes, como conseguiríamos viver? Há espaço para todos, líderes e liderados.
A sociedade atual por vezes induz os indivíduos a assumirem uma posição que não lhes diz respeito. Por isso, clarifique para si mesmo o que quer. O que te faz bem.
Ao perceber que a atuação como um líder é algo instigante, desafiador, enriquecedor, vá em frente: prepare-se, estude, pratique, mas tenha a humildade para saber reconhecer no meio do caminho se é isso mesmo o que você quer.
Há momentos na vida que precisamos recuar para poder avançar. Há situações que é melhor esperar, analisar e aprender, para depois seguir em frente. Aí sim o indivíduo se sentirá realizado!
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Ficantes de hoje..... Namorados de Amanhã
Ficantes de Hoje... Namorados de Amanhã
Diante da dificuldade atual em manter-se um relacionamento duradouro, tanto entre as meninas e os meninos, os relacionamentos mudaram muito.
Acredito que os jovens de agora tem medo de se relacionar, talvez por causa da idade e de não estarem satisfeitos com eles mesmos e também pela confusão emocional que nos dias de hoje, é muito normal.
Os jovens de hoje, buscam a satisfação momentânea, que proporciona sua alta afirmação imediata.
E quando ficam com uma, duas, três pessoas numa mesma noite, perante sua turma de amigos, vai se sentir o máximo, mas quando aquela satisfação vai passando, (porque tudo passa), ela provoca um vazio muito grande, e uma insatisfação muito maior da que era antes.
E assim, o emocional fica mais “pesado”, cheio de lembranças que no lugar de fazer bem, fica na memória, fazendo mais e mais confusão, quando são abraçados e beijados na lembrança, mas no corpo não.
Mas, Senhores, nem tudo está perdido! Seus filhos com certeza não ficarão “Ficando” a vida inteira!
Vai chegar um dia que estes jovens vão encontrar uma pessoa que apenas com um olhar, vai despertar uma coisa muito diferente daquela atração que sentem para poder dar somente um beijo para demonstração pública.
Este despertar acredito que também vai assustar, e os jovens vão pensar: O que será que está acontecendo comigo? Porque será que não tenho mais vontade de beijar tantas bocas diferentes numa noite só?
Muitos “Ficam” e muitas são as formas de “Ficar”, mas a melhor forma dentre todas as possíveis, é aquela que a princípio envolve um olhar diferente, uma forma de olhar carinhoso, de admiração; Desta forma, o tempo de acontecer este despertar costuma ser mais lento, pois o que é para sempre ou por um período mais longo, não é tão rápido e envolve a construção de sentimentos, dúvidas, projetos, alegrias e sofrimentos, e envolve também outras pessoas que os amam, pois fazem parte daquele que começamos a amar, e assim o tempo vai passando, passando, e tudo que era pequeno, começa a crescer, começa a cumplicidade e toma forma, fortalece, se torna constante, e assim, sem forçar, o jovem que gostava tanto de “Ficar”, sem perceber, mas já percebendo, estará “Namorando”....
Isto, na minha cabeça, é passar por todas as fases, necessárias para alguns, e dispensáveis para outros.
E é por isto mesmo, que não condeno o “Ficar”, pois muitas vezes o “Ficar” é só o princípio do “Namorar.”
Bem, essa é só uma opinião pessoal... Cada um deve pensar como achar melhor.
servgramado@servgramado.com.br
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Diante da dificuldade atual em manter-se um relacionamento duradouro, tanto entre as meninas e os meninos, os relacionamentos mudaram muito.
Acredito que os jovens de agora tem medo de se relacionar, talvez por causa da idade e de não estarem satisfeitos com eles mesmos e também pela confusão emocional que nos dias de hoje, é muito normal.
Os jovens de hoje, buscam a satisfação momentânea, que proporciona sua alta afirmação imediata.
E quando ficam com uma, duas, três pessoas numa mesma noite, perante sua turma de amigos, vai se sentir o máximo, mas quando aquela satisfação vai passando, (porque tudo passa), ela provoca um vazio muito grande, e uma insatisfação muito maior da que era antes.
E assim, o emocional fica mais “pesado”, cheio de lembranças que no lugar de fazer bem, fica na memória, fazendo mais e mais confusão, quando são abraçados e beijados na lembrança, mas no corpo não.
Mas, Senhores, nem tudo está perdido! Seus filhos com certeza não ficarão “Ficando” a vida inteira!
Vai chegar um dia que estes jovens vão encontrar uma pessoa que apenas com um olhar, vai despertar uma coisa muito diferente daquela atração que sentem para poder dar somente um beijo para demonstração pública.
Este despertar acredito que também vai assustar, e os jovens vão pensar: O que será que está acontecendo comigo? Porque será que não tenho mais vontade de beijar tantas bocas diferentes numa noite só?
Muitos “Ficam” e muitas são as formas de “Ficar”, mas a melhor forma dentre todas as possíveis, é aquela que a princípio envolve um olhar diferente, uma forma de olhar carinhoso, de admiração; Desta forma, o tempo de acontecer este despertar costuma ser mais lento, pois o que é para sempre ou por um período mais longo, não é tão rápido e envolve a construção de sentimentos, dúvidas, projetos, alegrias e sofrimentos, e envolve também outras pessoas que os amam, pois fazem parte daquele que começamos a amar, e assim o tempo vai passando, passando, e tudo que era pequeno, começa a crescer, começa a cumplicidade e toma forma, fortalece, se torna constante, e assim, sem forçar, o jovem que gostava tanto de “Ficar”, sem perceber, mas já percebendo, estará “Namorando”....
Isto, na minha cabeça, é passar por todas as fases, necessárias para alguns, e dispensáveis para outros.
E é por isto mesmo, que não condeno o “Ficar”, pois muitas vezes o “Ficar” é só o princípio do “Namorar.”
Bem, essa é só uma opinião pessoal... Cada um deve pensar como achar melhor.
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Escargot
Escargot a Bourguignonne

Mais uma vez, venho atendendo à pedidos falar um pouco mais sobre um prato que algumas pessoas amam, outras mesmo sem ter tido a oportunidade de experimentar, odeiam!
Vamos falar sobre o Escargot. Molusco terrestre, é encontrado nos bosques franceses, de muito valor é raramente consumido no Brasil por ser muito caro, e quase sempre importados, pois temos poucos criadores aqui no Brasil, (quem souber de algum criador aqui no Sul, me avise, por favor).
Existem aqueles que vêm em lata importada da França, claro! Nela vem apenas a carne do escargot e são colocados dentro do próprio caracol para o preparo e servir.

Prepare um molho à base de alho, salsa, manteiga, noz-moscada e ervas aromáticas importadas (de Provence) estragão, tomilho, segurelha e outras. Coloque um pouco de molho. Em seguida, eles serão arrumados com a boca para cima em um prato especial, antes de ir ao forno.
Este prato tem pequenas cavidades próprias para acomodar o caracol, e é refratário. Se o caracol vazio não for encontrado, podem-se acomodar a carne e o molho em cogumelos grandes, com o talo cortado, virados com a parte côncava para cima, (só que desta maneira não vejo graça nenhuma em servir o escargot). Depois de 7 minutos no forno bem quente, vai direto para a mesa, arrumado como está.
Para comê-lo, há talheres especiais: uma pequena pinça na mão esquerda segura o caracol enquanto a carne é retirada com um garfo de dois dentes. A quantidade mínima por pessoa é de meia dúzia. Acompanha pão branco (a tradição francesa manda limpar o molho do prato com o pão) e o vinho tinto, mais próprio para acompanhar um molho tão ativo e aromático.
Talvez o maior problema em comer escargot esteja no equipamento especial que exige quando se quer servir dentro dos padrões de etiqueta tradicionais. Um jogo de pratos e pinças custa caro e é difícil de encontrar. Mas isso não deve ser impedimento: com a imaginação e vontade de provar o escargot, esses "tropeços" técnicos podem ser driblados com o que você tem em casa.
Abaixo segue uma receita bem básica: Escargot a Bourguignonne .
Ingredientes:
48 escargots grandes pré-cozidos 48 conchas de escargots vazias e limpas (podem ser de cerâmica)
1 Colher (chá) de açúcar sal e outros condimentos a gosto
450 gramas de manteiga pimenta do reino em pó farinha de rosca e salsa picadinha
Colocar em uma tigela 400 gramas de manteiga (se a manteiga estiver muito dura, aquecer levemente), juntar o açúcar, o sal, a salsa, a pimenta e os outros condimentos, misturando até obter uma pasta homogênea.
A seguir, colocar, em cada uma das conchas vazias, um pouco desta pasta, depois um escargot, e fechar com outra porção da pasta de manteiga. Cobrir com farinha de rosca.
Levar ao forno convencional quente por mais ou menos 12 minutos, e servir.
E aproveite, pois é um prato dos Deuses!!!!!
servgramado@servgramado.com.br
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Mais uma vez, venho atendendo à pedidos falar um pouco mais sobre um prato que algumas pessoas amam, outras mesmo sem ter tido a oportunidade de experimentar, odeiam!

Vamos falar sobre o Escargot. Molusco terrestre, é encontrado nos bosques franceses, de muito valor é raramente consumido no Brasil por ser muito caro, e quase sempre importados, pois temos poucos criadores aqui no Brasil, (quem souber de algum criador aqui no Sul, me avise, por favor).
Existem aqueles que vêm em lata importada da França, claro! Nela vem apenas a carne do escargot e são colocados dentro do próprio caracol para o preparo e servir.

Prepare um molho à base de alho, salsa, manteiga, noz-moscada e ervas aromáticas importadas (de Provence) estragão, tomilho, segurelha e outras. Coloque um pouco de molho. Em seguida, eles serão arrumados com a boca para cima em um prato especial, antes de ir ao forno.

Este prato tem pequenas cavidades próprias para acomodar o caracol, e é refratário. Se o caracol vazio não for encontrado, podem-se acomodar a carne e o molho em cogumelos grandes, com o talo cortado, virados com a parte côncava para cima, (só que desta maneira não vejo graça nenhuma em servir o escargot). Depois de 7 minutos no forno bem quente, vai direto para a mesa, arrumado como está.
Para comê-lo, há talheres especiais: uma pequena pinça na mão esquerda segura o caracol enquanto a carne é retirada com um garfo de dois dentes. A quantidade mínima por pessoa é de meia dúzia. Acompanha pão branco (a tradição francesa manda limpar o molho do prato com o pão) e o vinho tinto, mais próprio para acompanhar um molho tão ativo e aromático.

Talvez o maior problema em comer escargot esteja no equipamento especial que exige quando se quer servir dentro dos padrões de etiqueta tradicionais. Um jogo de pratos e pinças custa caro e é difícil de encontrar. Mas isso não deve ser impedimento: com a imaginação e vontade de provar o escargot, esses "tropeços" técnicos podem ser driblados com o que você tem em casa.
Abaixo segue uma receita bem básica: Escargot a Bourguignonne .
Ingredientes:
48 escargots grandes pré-cozidos 48 conchas de escargots vazias e limpas (podem ser de cerâmica)
1 Colher (chá) de açúcar sal e outros condimentos a gosto
450 gramas de manteiga pimenta do reino em pó farinha de rosca e salsa picadinha
Colocar em uma tigela 400 gramas de manteiga (se a manteiga estiver muito dura, aquecer levemente), juntar o açúcar, o sal, a salsa, a pimenta e os outros condimentos, misturando até obter uma pasta homogênea.
A seguir, colocar, em cada uma das conchas vazias, um pouco desta pasta, depois um escargot, e fechar com outra porção da pasta de manteiga. Cobrir com farinha de rosca.
Levar ao forno convencional quente por mais ou menos 12 minutos, e servir.
E aproveite, pois é um prato dos Deuses!!!!!
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Mãe Desnecessária
Mãe “Desnecessária” Por: Vera Vettorazi
Este texto recebi da minha amiga Isabel Bergamaschi. É verdadeiro e lindo, por isso divido com todas as mães que me lêem.
“Boa mãe é aquela que vai se tornando “desnecessária” com o passar do tempo”.

Várias vezes ouvi esta frase e sempre me soou estranha. Só agora que meus filhos são adolescentes e começam a dar vôos-solos, chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno, de querer colocar a cria debaixo da asa, protegendo assim de todos os erros, tristezas e perigos.

Quando começo a esmorecer na luta pra controlar a super mãe que todas temos dentro de nós, lembro da frase hoje absolutamente clara. Se eu fiz o trabalho direito, tenho que me tornar “desnecessária”.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso: Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, provoque vício e dependência nos filhos como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes, prontos a traçarem seus rumos, fazerem suas escolhas, superarem suas frustrações e cometerem seus próprios erros também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical... A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho para os dois lados, mães e filhos. Isto porque o amor é um processo de libertação permanente, e este vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.

Um dia eles se tornam adultos, constituem a própria família e aí recomeça o ciclo. O que eles precisam, é ter certeza de que estamos lá! Firmes na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, e o conforto nas horas difíceis.Este é o maior desafio e a nossa principal missão.
Ao “aprendermos a ser “desnecessárias,” nos transformamos em um Porto Seguro para quando eles decidirem atracar”. Texto de Márcia Neder
Feliz Dias das Mães para todas nós!
www.flickr.com/servgramadoeventos
vera@servgramado.com.br
Este texto recebi da minha amiga Isabel Bergamaschi. É verdadeiro e lindo, por isso divido com todas as mães que me lêem.
“Boa mãe é aquela que vai se tornando “desnecessária” com o passar do tempo”.

Várias vezes ouvi esta frase e sempre me soou estranha. Só agora que meus filhos são adolescentes e começam a dar vôos-solos, chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno, de querer colocar a cria debaixo da asa, protegendo assim de todos os erros, tristezas e perigos.

Quando começo a esmorecer na luta pra controlar a super mãe que todas temos dentro de nós, lembro da frase hoje absolutamente clara. Se eu fiz o trabalho direito, tenho que me tornar “desnecessária”.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso: Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, provoque vício e dependência nos filhos como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes, prontos a traçarem seus rumos, fazerem suas escolhas, superarem suas frustrações e cometerem seus próprios erros também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical... A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho para os dois lados, mães e filhos. Isto porque o amor é um processo de libertação permanente, e este vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.

Um dia eles se tornam adultos, constituem a própria família e aí recomeça o ciclo. O que eles precisam, é ter certeza de que estamos lá! Firmes na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, e o conforto nas horas difíceis.Este é o maior desafio e a nossa principal missão.
Ao “aprendermos a ser “desnecessárias,” nos transformamos em um Porto Seguro para quando eles decidirem atracar”. Texto de Márcia Neder
Feliz Dias das Mães para todas nós!
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
Amigos de Infância
Amigos de Infância
Por Vera Vettorazi
Eles sabem exatamente quais palavras usar, ou o momento certo de não dizer nada e ficam ao nosso lado mesmo a distância. Eles conhecem nosso avesso como ninguém e nos perdoa por ele. Ficam felizes quando nos vê felizes , e nem precisam saber o motivo da nossa felicidade. Se choramos, choram junto. Se desabafamos, ouvem com paciência. E, quando falam, sabem exatamente que palavras usar. É por essas e outras que é essencial ter um ou alguns amigos de infância, ainda que fisicamente estejam do outro lado do planeta.

Eu moro em Gramado há 12 anos e nunca me distanciei de meus amigos de infância: 'Nos dias de inverno longo, quando o frio congela e escurece muito cedo, são estes amigos que me trazem o sol pela Internet ou telefone e me aquecem a alma'.

A comunicação entre amigos que se conhecem muito é quase telepática. Parece que sentimos quando precisamos um do outro. O mais curioso é que às vezes são amigos que não se parecem nada conosco. Para ser amigo não é necessário ser parecido um com o outro. Mas entre amigos existe uma química própria, que funciona sempre, o que não quer dizer que não existam divergências. As divergências existem, claro, mas até para se desentender, os amigos de infância se entendem.

Alguns de nós ficam conhecendo seus 'amigos de infância' quando já deixamos de ser crianças há muito tempo. Às vezes parece que duas pessoas foram preparadas durante muito tempo, e quando se encontram já estão sintonizadas. Aí a amizade acontece '.

Fico tentando imaginar a vida sem eles! Eles nos ajudam a inventar quem somos, e são co-autores dos nossos roteiros de vida. Quanta água já passou debaixo de nossas pontes! E quantas pontes ainda pretendemos construir!!! É por isso que amigos de infância são sempre pessoas muito especiais.

Se você ainda não achou o seu amigo (a) de infância, não se preocupe: Ele ainda vai chegar, no momento certo. Comece você também a procurar sem pressa. Amigos de infância chegam sem fazer alarde no seu devido tempo.
Basta estarmos atentos.
Vera@servgramado.com.br
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Por Vera Vettorazi
Eles sabem exatamente quais palavras usar, ou o momento certo de não dizer nada e ficam ao nosso lado mesmo a distância. Eles conhecem nosso avesso como ninguém e nos perdoa por ele. Ficam felizes quando nos vê felizes , e nem precisam saber o motivo da nossa felicidade. Se choramos, choram junto. Se desabafamos, ouvem com paciência. E, quando falam, sabem exatamente que palavras usar. É por essas e outras que é essencial ter um ou alguns amigos de infância, ainda que fisicamente estejam do outro lado do planeta.

Eu moro em Gramado há 12 anos e nunca me distanciei de meus amigos de infância: 'Nos dias de inverno longo, quando o frio congela e escurece muito cedo, são estes amigos que me trazem o sol pela Internet ou telefone e me aquecem a alma'.

A comunicação entre amigos que se conhecem muito é quase telepática. Parece que sentimos quando precisamos um do outro. O mais curioso é que às vezes são amigos que não se parecem nada conosco. Para ser amigo não é necessário ser parecido um com o outro. Mas entre amigos existe uma química própria, que funciona sempre, o que não quer dizer que não existam divergências. As divergências existem, claro, mas até para se desentender, os amigos de infância se entendem.

Alguns de nós ficam conhecendo seus 'amigos de infância' quando já deixamos de ser crianças há muito tempo. Às vezes parece que duas pessoas foram preparadas durante muito tempo, e quando se encontram já estão sintonizadas. Aí a amizade acontece '.

Fico tentando imaginar a vida sem eles! Eles nos ajudam a inventar quem somos, e são co-autores dos nossos roteiros de vida. Quanta água já passou debaixo de nossas pontes! E quantas pontes ainda pretendemos construir!!! É por isso que amigos de infância são sempre pessoas muito especiais.

Se você ainda não achou o seu amigo (a) de infância, não se preocupe: Ele ainda vai chegar, no momento certo. Comece você também a procurar sem pressa. Amigos de infância chegam sem fazer alarde no seu devido tempo.
Basta estarmos atentos.
Vera@servgramado.com.br
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
REUNIÃO INFORMAL
REUNIÃO INFORMAL
Reunir amigos informalmente em casa pode ser muito mais simples e mais prazeroso do que parece.
Um bolo no fim de tarde ou uma tigela de pipoca como acompanhamento de um bom filme são ótimas desculpas para um encontro e algumas horas de conversa.

Para quem não gosta ou não tem tempo de ir para a cozinha, o importante é servir coisas gostosas e procurar personalizar tudo que for servir.
Como? Sabe aqueles frios, patês, nuts como, pistaches, castanhas, amendoas e etc que você compra nos Supermercados ?

Experimente servi-los em travessas e tigelinhas especiais. Faça num vidro, um bonito mix de nuts.

Até mesmo um doce de padaria pode ganhar um toque especial só pela forma de você servi-lo. Não esqueça que comemos primeiro com os olhos!

Para um jantarzinho informal, além de servir apenas o que gosta, tente agradar seus amigos com delicadezas que sempre são bem-vindas. Se um dêles está fazendo algum tipo de dieta por exemplo, procure ter frutas e sucos como opção. Se houver alguma criança, sirva um massa simples e gelatinas coloridas em formato divertidos.
Agora, para sua reunião ficar bem animada , Por que não convidar seus amigos para cozinharem juntos? Esta, pode ser uma boa idéia para começar a “festa” na cozinha e envolver todos na preparação dos pratos. Um dos convidados pode ajudar a cozinhar, enquanto o outro se encarrega de colocar a mesa e um terceiro cuida das bebidas e do som. Dessa forma, todos ficam envolvidos e com certeza será um encontro além de muito divertido, com sucesso garantido!

www.flickr.com/servgramadoeventos
servgramado@servgramado.com.br
Reunir amigos informalmente em casa pode ser muito mais simples e mais prazeroso do que parece.
Um bolo no fim de tarde ou uma tigela de pipoca como acompanhamento de um bom filme são ótimas desculpas para um encontro e algumas horas de conversa.

Para quem não gosta ou não tem tempo de ir para a cozinha, o importante é servir coisas gostosas e procurar personalizar tudo que for servir.
Como? Sabe aqueles frios, patês, nuts como, pistaches, castanhas, amendoas e etc que você compra nos Supermercados ?

Experimente servi-los em travessas e tigelinhas especiais. Faça num vidro, um bonito mix de nuts.

Até mesmo um doce de padaria pode ganhar um toque especial só pela forma de você servi-lo. Não esqueça que comemos primeiro com os olhos!

Para um jantarzinho informal, além de servir apenas o que gosta, tente agradar seus amigos com delicadezas que sempre são bem-vindas. Se um dêles está fazendo algum tipo de dieta por exemplo, procure ter frutas e sucos como opção. Se houver alguma criança, sirva um massa simples e gelatinas coloridas em formato divertidos.
Agora, para sua reunião ficar bem animada , Por que não convidar seus amigos para cozinharem juntos? Esta, pode ser uma boa idéia para começar a “festa” na cozinha e envolver todos na preparação dos pratos. Um dos convidados pode ajudar a cozinhar, enquanto o outro se encarrega de colocar a mesa e um terceiro cuida das bebidas e do som. Dessa forma, todos ficam envolvidos e com certeza será um encontro além de muito divertido, com sucesso garantido!

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Recepção Intima de Casamento
•
Recepção Intima de Casamento
Como o mês de maio está chegando, com certeza devem ter muitas noivas, que preferem fazer uma bela viagem de lua de mel a uma grande festa de casamento.

Uma boa saída, elegante e discreta, para não passar a data em branco é servir bolo com champagne. E é uma excelente opção para um casamento pela manhã ou à tarde.
Você pode servir no próprio salão da igreja, ou num local bem próximo. Afinal será uma recepção rápida e não justifica gastos com salão de festas.O serviço deverá ser volante, e você pode optar por colocar mesas de apoio e sofás e puffs para os mais idosos.Uma música deve fazer parte, mas prefira o estilo lounge. A música nesse tipo de recepção serve apenas para preencher o ambiente, nada mais.
O número de convidados deverá ser restrito a família e amigos mais chegados. E já que é uma reunião para poucas pessoas, capriche na qualidade do bolo e do champagne que serão servidos. Além do champagne, você deverá servir água com e sem gás e refrigerantes.
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No convite mencione o tom da festa que deve constar a informação de que, após a cerimônia os noivos receberão para um brinde em tal lugar.
Na saída você poderá presentear seus convidados com bem casados ou amêndoas, estas colocadas em pequenos saquinhos de filó, sempre em número impar.
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servgramado@servgramado.com.br
Recepção Intima de Casamento
Como o mês de maio está chegando, com certeza devem ter muitas noivas, que preferem fazer uma bela viagem de lua de mel a uma grande festa de casamento.
Uma boa saída, elegante e discreta, para não passar a data em branco é servir bolo com champagne. E é uma excelente opção para um casamento pela manhã ou à tarde.
Você pode servir no próprio salão da igreja, ou num local bem próximo. Afinal será uma recepção rápida e não justifica gastos com salão de festas.O serviço deverá ser volante, e você pode optar por colocar mesas de apoio e sofás e puffs para os mais idosos.Uma música deve fazer parte, mas prefira o estilo lounge. A música nesse tipo de recepção serve apenas para preencher o ambiente, nada mais.
O número de convidados deverá ser restrito a família e amigos mais chegados. E já que é uma reunião para poucas pessoas, capriche na qualidade do bolo e do champagne que serão servidos. Além do champagne, você deverá servir água com e sem gás e refrigerantes.
No convite mencione o tom da festa que deve constar a informação de que, após a cerimônia os noivos receberão para um brinde em tal lugar.
Na saída você poderá presentear seus convidados com bem casados ou amêndoas, estas colocadas em pequenos saquinhos de filó, sempre em número impar.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Lagosta
Lagosta
Em mesas formais, ela geralmente não é servida na casca, e existem muitas maneiras de se preparar e, todas maravilhosas, para quem aprecia o seu sabor.
Agora se prepare... Muita gente gosta de servir a Lagosta “inteirinha da Silva!!!!” Concordo que fica um prato lindo mas, nada prático para comer.
Lagosta com casca você deve pegar com a mão esquerda e, com a direita, retirar os tentáculos. Partir a lagosta ao meio, com as mãos e destacar a cauda do corpo, puxando-a com os dedos. Usar o mesmo procedimento para as patinhas ou usar o alicate para partir as articulações.
Sugue silenciosamente e coma a carne usando o garfinho (pode ser o de ostras) para auxiliar.
Nos bons restaurantes, é fornecido um babador de papel para proteger a roupa e ao final, a lavanda.

Abaixo estou sugerindo uma receita de Lagosta para você fazer em casa. Ela pode ser servida na casca e é muito fácil de fazer.
E para comer basta pegar a “bichinha” pelo rabo com a mão esquerda e o garfo com a direita e pronto!...

Não precisa de babador nem alicate (puxe as patinhas com os dedos), continua sendo um prato sofisticado, lindo de se ver e, para comer nem precisa se atrapalhar!!!!
Mas mesmo em casa a Lavanda...... Não esqueça...
Lagosta (1 para cada pessoa)
• Sal e pimenta-do-reino branca
• Maionese • Queijo Catupiri
• Queijo parmesão Manteiga derretida Modo de Preparo
• Ferver a lagosta em água e sal por 10 min. (Os Restaurantes que servem Lagosta, geralmente têm um aquário onde o cliente escolhe qual irá para o seu prato, e elas saem do aquário direto para a panela... de água fervendo!! Dizem que é para a carne ficar bem macia!!!!!)

• Partir ao meio na horizontal e limpar, tirando tripa e gordura da cabeça
• Temperar com sal e pimenta
• Com um garfo, soltar um pouco da casca, passar a manteiga e a maionese entre a carne e a casca e na parte de cima.
• Cobrir com queijo catupiri, salpicar um pouquinho de queijo parmesão • Levar ao forno pré-aquecido por 10 minutos.
• Sirva como entrada!! Você vai fazer o maior sucesso!!!
vera@servgramado.com.br
http://www.flickr.com/photos/servgramadoeventos/
Em mesas formais, ela geralmente não é servida na casca, e existem muitas maneiras de se preparar e, todas maravilhosas, para quem aprecia o seu sabor.
Agora se prepare... Muita gente gosta de servir a Lagosta “inteirinha da Silva!!!!” Concordo que fica um prato lindo mas, nada prático para comer.

Lagosta com casca você deve pegar com a mão esquerda e, com a direita, retirar os tentáculos. Partir a lagosta ao meio, com as mãos e destacar a cauda do corpo, puxando-a com os dedos. Usar o mesmo procedimento para as patinhas ou usar o alicate para partir as articulações.
Sugue silenciosamente e coma a carne usando o garfinho (pode ser o de ostras) para auxiliar.
Nos bons restaurantes, é fornecido um babador de papel para proteger a roupa e ao final, a lavanda.

Abaixo estou sugerindo uma receita de Lagosta para você fazer em casa. Ela pode ser servida na casca e é muito fácil de fazer.
E para comer basta pegar a “bichinha” pelo rabo com a mão esquerda e o garfo com a direita e pronto!...

Não precisa de babador nem alicate (puxe as patinhas com os dedos), continua sendo um prato sofisticado, lindo de se ver e, para comer nem precisa se atrapalhar!!!!
Mas mesmo em casa a Lavanda...... Não esqueça...
Lagosta (1 para cada pessoa)
• Sal e pimenta-do-reino branca
• Maionese • Queijo Catupiri
• Queijo parmesão Manteiga derretida Modo de Preparo
• Ferver a lagosta em água e sal por 10 min. (Os Restaurantes que servem Lagosta, geralmente têm um aquário onde o cliente escolhe qual irá para o seu prato, e elas saem do aquário direto para a panela... de água fervendo!! Dizem que é para a carne ficar bem macia!!!!!)

• Partir ao meio na horizontal e limpar, tirando tripa e gordura da cabeça
• Temperar com sal e pimenta
• Com um garfo, soltar um pouco da casca, passar a manteiga e a maionese entre a carne e a casca e na parte de cima.
• Cobrir com queijo catupiri, salpicar um pouquinho de queijo parmesão • Levar ao forno pré-aquecido por 10 minutos.
• Sirva como entrada!! Você vai fazer o maior sucesso!!!
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terça-feira, 31 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Casamento Camila Masoti e Igor-Decoração -Igreja Matriz São Pedro
Casamento Camila Masoti e Igor-Decoração -Igreja Matriz São Pedro
Upload feito originalmente por SERVGRAMADO EVENTOS
Respeito aos Compromissos
• Vera Vettorazi
Respeito aos Compromissos
Muita gente acha que chegar 15 minutos atrasado a um compromisso é normal e quando o compromisso é no Salão de Beleza então, muitos acham até “chique” fazer aquela entrada triunfal, toda esbaforida, contando mil abobrinhas para explicar o porquê do atraso!
Na realidade chegar atrasado ou “não chegar”, e não dar a mínima para o prejuízo que pode ter causado ao profissional que iria lhe atender, é um claro sinal de falta de educação, desrespeito e por que não dizer de incompetência.
A falta de pontualidade, em qualquer compromisso, é um sinal de que além de você não saber administrar seu tempo é também uma pessoa que pode ser considerada tudo, simpática, alegre, engraçada, bem sucedida e até inteligente, mas, jamais, será vista como uma pessoa elegante muito menos “chique”.
No dia-a-dia, esse conceito de "Se fazer Esperar” pode resultar em situações bem desagradáveis. Já pensou seu cabeleireiro preferido não te querer mais de cliente?
Se já estiver na rua, mas ainda não estiver em seu horário, não esqueça... Chegar mais cedo é infinitamente melhor do que chegar atrasado. O fato de esperar um pouco não roubará nenhum pedaço da sua beleza nem de sua simpatia, ao contrário, demonstrará que além de bonita, simpática e bem educada, você é uma pessoa cortês - hoje, uma qualidade muito rara. Também irá demonstrar respeito pelo tempo e, portanto, pelo profissional em questão.
Mas existem momentos em que é literalmente impossível cumprir o compromisso marcado. Nesse caso, um pedido de desculpas sério e coerente se faz necessário. Mas não bastam vagas e esbaforidas referências ao trânsito ou à "loucura que se tornou a minha vida".
Pontualidade é uma regra de cortesia que deve ser aplicada em todos os casos, independentemente de sexo ou hierarquia.
Por mais que nos desdobremos em duplas ou triplas funções, é preciso saber organizar o tempo para não incorrermos nesse erro.
E tudo isso vale também para noivas, médicos, dentistas e outros campeões da falta de pontualidade.
servgramado@servgramado.com.br
www.flickr.com/servgramadoeventos
Respeito aos Compromissos
Muita gente acha que chegar 15 minutos atrasado a um compromisso é normal e quando o compromisso é no Salão de Beleza então, muitos acham até “chique” fazer aquela entrada triunfal, toda esbaforida, contando mil abobrinhas para explicar o porquê do atraso!
Na realidade chegar atrasado ou “não chegar”, e não dar a mínima para o prejuízo que pode ter causado ao profissional que iria lhe atender, é um claro sinal de falta de educação, desrespeito e por que não dizer de incompetência.
A falta de pontualidade, em qualquer compromisso, é um sinal de que além de você não saber administrar seu tempo é também uma pessoa que pode ser considerada tudo, simpática, alegre, engraçada, bem sucedida e até inteligente, mas, jamais, será vista como uma pessoa elegante muito menos “chique”.
No dia-a-dia, esse conceito de "Se fazer Esperar” pode resultar em situações bem desagradáveis. Já pensou seu cabeleireiro preferido não te querer mais de cliente?
Se já estiver na rua, mas ainda não estiver em seu horário, não esqueça... Chegar mais cedo é infinitamente melhor do que chegar atrasado. O fato de esperar um pouco não roubará nenhum pedaço da sua beleza nem de sua simpatia, ao contrário, demonstrará que além de bonita, simpática e bem educada, você é uma pessoa cortês - hoje, uma qualidade muito rara. Também irá demonstrar respeito pelo tempo e, portanto, pelo profissional em questão.
Mas existem momentos em que é literalmente impossível cumprir o compromisso marcado. Nesse caso, um pedido de desculpas sério e coerente se faz necessário. Mas não bastam vagas e esbaforidas referências ao trânsito ou à "loucura que se tornou a minha vida".
Pontualidade é uma regra de cortesia que deve ser aplicada em todos os casos, independentemente de sexo ou hierarquia.
Por mais que nos desdobremos em duplas ou triplas funções, é preciso saber organizar o tempo para não incorrermos nesse erro.
E tudo isso vale também para noivas, médicos, dentistas e outros campeões da falta de pontualidade.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
Alcachofra
COMPORTAMENTO E ETIQUETA
Por Vera Vettorazi

Sofisticados? Difíceis de Comer? Nem tanto!
No final de outubro, escrevi sobre como comer Ostras, e para minha surpresa, além da repercussão, recebi muitos pedidos para falar de outros pratos meio que “rotulados” de sofisticados e difíceis de comer!
Como no mês de novembro e dezembro falei somente de festas e do Natal Luz, depois veio o carnaval, e só agora pude voltar ao assunto.Vamos então começar falando de uma flor: a Alcachofra.
Sim! É uma flor, mas é comida enquanto botão. Tem folhas entre o verde e o lilás, muito ricas em vitamina C, usadas também na preparação de remédios.

A colheita começa quando acaba o frio e pode ser encontrada, nessa época, em qualquer feira livre ou supermercado. (Em dezembro encontrei uma pequena plantação na Linha 28!)
A parte comestível é à base da folha que se gruda ao pé, onde há uma espécie de "carninha" macia e muito saborosa.
Mas a parte nobre é o fundo da alcachofra (conhecido como o coração da alcachofra), de sabor mais requintado. Serve-se cozida, (de preferência no vapor) com um molho à base de vinagre e azeite de oliva ou de manteiga (conforme o gosto pessoal).
As folhas são retiradas com a mão, uma a uma, e a ponta macia é mergulhada no molho (que deve estar em pequenos recipientes individuais, junto ao prato) e retirada com a ponta dos dentes.
Depois, a folha é colocada na beira do prato. Para chegar ao coração da alcachofra, é necessário retirar delicadamente os pêlos amargos que o recobrem, com o garfo e faca, cuidando para que ele não se desmanche. Regado com um pouco de molho, é uma verdadeira delícia.
Como se come as pontas das folhas com a mão, a lavanda deve acompanhar. Pode-se, no entanto, preparar também só o “coração” da alcachofra, cozido com vinho branco, óleo e hortelã.

Existem muitas formas diferentes de servir e preparar a alcachofra, mas a mais usada e mais simples é esta. Sirva como entrada.
Como decoração, dê um pulo na linha 28 atrás da Capela São Valentin e colha as que já estão em flor, que por não poderem ser ingeridas, ficarão lindas para enfeitar sua casa!
servgramado@servgramado.com.br
www.flickr.com/photos/servgramadoeventos/
54 32867727
Por Vera Vettorazi

Sofisticados? Difíceis de Comer? Nem tanto!
No final de outubro, escrevi sobre como comer Ostras, e para minha surpresa, além da repercussão, recebi muitos pedidos para falar de outros pratos meio que “rotulados” de sofisticados e difíceis de comer!
Como no mês de novembro e dezembro falei somente de festas e do Natal Luz, depois veio o carnaval, e só agora pude voltar ao assunto.Vamos então começar falando de uma flor: a Alcachofra.
Sim! É uma flor, mas é comida enquanto botão. Tem folhas entre o verde e o lilás, muito ricas em vitamina C, usadas também na preparação de remédios.

A colheita começa quando acaba o frio e pode ser encontrada, nessa época, em qualquer feira livre ou supermercado. (Em dezembro encontrei uma pequena plantação na Linha 28!)
A parte comestível é à base da folha que se gruda ao pé, onde há uma espécie de "carninha" macia e muito saborosa.
Mas a parte nobre é o fundo da alcachofra (conhecido como o coração da alcachofra), de sabor mais requintado. Serve-se cozida, (de preferência no vapor) com um molho à base de vinagre e azeite de oliva ou de manteiga (conforme o gosto pessoal).
As folhas são retiradas com a mão, uma a uma, e a ponta macia é mergulhada no molho (que deve estar em pequenos recipientes individuais, junto ao prato) e retirada com a ponta dos dentes.
Depois, a folha é colocada na beira do prato. Para chegar ao coração da alcachofra, é necessário retirar delicadamente os pêlos amargos que o recobrem, com o garfo e faca, cuidando para que ele não se desmanche. Regado com um pouco de molho, é uma verdadeira delícia.
Como se come as pontas das folhas com a mão, a lavanda deve acompanhar. Pode-se, no entanto, preparar também só o “coração” da alcachofra, cozido com vinho branco, óleo e hortelã.

Existem muitas formas diferentes de servir e preparar a alcachofra, mas a mais usada e mais simples é esta. Sirva como entrada.

Como decoração, dê um pulo na linha 28 atrás da Capela São Valentin e colha as que já estão em flor, que por não poderem ser ingeridas, ficarão lindas para enfeitar sua casa!
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54 32867727
quarta-feira, 11 de março de 2009
VOCÊ JÁ SORRIU HOJE?
Etiqueta e Comportamento
Vera Vettorazi

Você já sorriu hoje?
Uma das crenças que impede muita gente de viver a vida de um jeito mais leve é a de que: “Precisamos ser sérios, para sermos mais respeitados”. E, infelizmente, as pessoas que pensam desta maneira, são levadas a perder o contato com aquela “coisa” interior do riso, da brincadeira e da espontaneidade, que pode trazer tanta alegria às suas vidas.
O riso é também uma forma de lidarmos com o que não conseguimos explicar. Ele nos possibilita o distanciamento temporário de coisas sobre o qual não temos controle.
O riso após emoções que poderiam nos desequilibrar e roubar a energia necessária para permanecermos na realidade, nos purifica e nos recoloca na situação, porém com muito mais segurança.
É muito bom quando nos tornamos capazes de perceber nossas próprias emoções e admitir sorrindo: fui surpreendido!
O fato de sorrir só causa bem estar, tanto ao nosso corpo como à nossa mente.O riso também pode definir nossa sanidade, pois só conseguimos sorrir quando estamos sãos.
O sorriso resgata a noção de aprender a brincar com nossa dor e descobrir meios de trazer nossas crenças para o presente, ajustando-as ao que somos hoje, ou seja, à nossa realidade.
As pessoas que conseguem rir lidam de forma muito mais saudável com a sua realidade, percebem o mundo e tudo que as cerca com intensidade e vitalidade. São mais humildes quando têm sucesso e menos derrotadas em momentos mais difíceis.É algo como não ter medo de viver o presente, o real, os fatos, porque existe um prisma de positivismo que as faz crer que existem infinitas saídas e formas de transformar os desafios em aprendizados.
Com certeza há coisas mais importantes na vida do que achar engraçado o que fazemos, mas não consigo imaginar qualquer outra coisa que faça a vida valer mais à pena, que o saber sorrir.
A vida não deveria ser vista de forma tão literal. Acredito que, ao contrário do que os "condicionamentos sociais" querem pregar, podemos ser criativos, respeitáveis, responsáveis e ao mesmo tempo bem humorados e positivos.
E decididamente, mais livres internamente.
vera@servgramado.com.br
Vera Vettorazi

Você já sorriu hoje?
Uma das crenças que impede muita gente de viver a vida de um jeito mais leve é a de que: “Precisamos ser sérios, para sermos mais respeitados”. E, infelizmente, as pessoas que pensam desta maneira, são levadas a perder o contato com aquela “coisa” interior do riso, da brincadeira e da espontaneidade, que pode trazer tanta alegria às suas vidas.

O riso é também uma forma de lidarmos com o que não conseguimos explicar. Ele nos possibilita o distanciamento temporário de coisas sobre o qual não temos controle.
O riso após emoções que poderiam nos desequilibrar e roubar a energia necessária para permanecermos na realidade, nos purifica e nos recoloca na situação, porém com muito mais segurança.
É muito bom quando nos tornamos capazes de perceber nossas próprias emoções e admitir sorrindo: fui surpreendido!
O fato de sorrir só causa bem estar, tanto ao nosso corpo como à nossa mente.O riso também pode definir nossa sanidade, pois só conseguimos sorrir quando estamos sãos.
O sorriso resgata a noção de aprender a brincar com nossa dor e descobrir meios de trazer nossas crenças para o presente, ajustando-as ao que somos hoje, ou seja, à nossa realidade.
As pessoas que conseguem rir lidam de forma muito mais saudável com a sua realidade, percebem o mundo e tudo que as cerca com intensidade e vitalidade. São mais humildes quando têm sucesso e menos derrotadas em momentos mais difíceis.É algo como não ter medo de viver o presente, o real, os fatos, porque existe um prisma de positivismo que as faz crer que existem infinitas saídas e formas de transformar os desafios em aprendizados.
Com certeza há coisas mais importantes na vida do que achar engraçado o que fazemos, mas não consigo imaginar qualquer outra coisa que faça a vida valer mais à pena, que o saber sorrir.
A vida não deveria ser vista de forma tão literal. Acredito que, ao contrário do que os "condicionamentos sociais" querem pregar, podemos ser criativos, respeitáveis, responsáveis e ao mesmo tempo bem humorados e positivos.
E decididamente, mais livres internamente.
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